18 de novembro de 2009

Fui...

... para seguir este caminho...

aquele que apenas eu conheço
aquele que encontro os braços
com afagos de outrora vividos!

... fui ... e estou novamente lá!
não tenho medo... porque, vou!
olho em frente por este destino

o amanhã não sei porque quero
o presente completa os desejos
de saber que fui e estou... aqui!

sinto o que deixei neste passado
as alegrias, mágoas e esperança
por isso vou caminhar mais além

... porque o amanhã logo se vê!
agora estou porque estou viva e
saber que quero estar viva em ti.

10 de novembro de 2009

Foi um acaso...

Foi um acaso daqueles da vida,
o dia que naquele sítio entrei...
não procurava nada para mim!

mas...

voltei para encontrar o acaso!
saí e permaneci a olhar longe
a sentir perto e esperar o dia

...

aprendi, quando parece que vou seguir...
existe algo que no caminho põe à prova!
uma vontade, reflexão e permitir o olhar

...

parto ao acaso com um sentimento novo

...

quero encontrar no caminho mais acaso!...
pode ser que eu também seja outro acaso
e possamos viver, descobrir-nos por acaso.

9 de novembro de 2009

a oportunidade...

... é um vazio cheio de tudo!


quero uma... ou
posso dar uma... ou
descobrir novamente... ou


nada!
tudo permanece como sempre foi
VAZIO!... cheio de tudo e nada!...

5 de novembro de 2009

Palhaça sem nome

Entre o sorrir e o chorar como a linha que guarda a alma, existe uma vontade de ser e ficar no dia que mais me sente a calma. Sorrir como espelho inverso, são lágrimas que me secam na pele a máscara branca pintada no rosto, linhas que marcam a alegria sem esforço.

O querer é obra de arte do espectáculo quando cada sorriso nasce e sente o toque da tinta novamente. Quando na face não se encontra o sorriso porque se tapou a boca, os olhos sorriem e o espectáculo segue. Os olhos fecham, uma lágrima caída desagua na boca, o público fica suspenso.

Suspendo o espectáculo, o público vê boca e olhos, sem saber que, quem manda em ambos é o coração que sorri e também chora. Entre o sorrir e o chorar fica suspensa a resposta enquanto quem assiste não aprender a olhar um coração.

«Todo o tempo que olho cada coração
outros olham somente o meu sorriso!»