27 de outubro de 2009

7 de Outubro

No dia que aqui me sento, perco o tempo, a esperança... aqui procuro, aqui encontro, aqui sonho, aqui desespero, bebo as palavras, mergulho em cada letra tua... preciso saber, procuro o sentido de ti, saber-te bem, desejar-te feliz, como elefante que arrisca e morre pelo seu filho... sou assim, não sei ser de outra forma, choro, choro muito! Grito em silêncio que inunda o meu olhar, desespero... sinto que sou formiga que esmagas, humilhas e partes para longe... no final este sentimento a que me vergo humilde e submissa sigo cada passo e suplico um olhar, um toque, um abraço, um beijo... algo que te ligue a mim! Porque te quero, porque te desejo aqui dentro de mim, porque preciso que me preenchas este vazio, serei apenas eu!? Estou a naufragar... não encontro nada que me salve. É emergente que me pegues ao colo, que me abraçes, que me protejas... abafa-me com o teu calor em essência de mim... não me deixes caída, sozinha, perdida sem caminho. Não estás aqui como promessa de mim dentro de ti!... porque foges de mim!?

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